Sete e meia da manhã, 34 graus Celsius, debaixo da parreira que abriga a entrada da casa do filho do meio do António Maria.
Irra, que está uma brasa e o dia ainda mal começou, aqui, em S.Xisto, algures na margem do Douro, pertinho da cachoeira onde morreu o Barão de Forester e a Dª Antónia foi salva pelas suas sete saias.
Estou a beber um café granjola, porque a noite anterior foi dura, muito dura...que o diga a minha esposa e as amigas( a culpa é do Zé dos Bolos e a mania dos shot's).
Assim que chegarem os amigos, vamos para o Rio.
E que rio...
Hoje vou trocar o Balalu pelo outro...desculpa, tá, mas a culpa é da ponte e do mastro, sem air draft, não dá!!!
Se um dia eu conseguir ir buscar o Polaco para a Ria de Aveiro, o Balalu vem para cá!!!
Se o Armador deixar, claro!
Um dia, talvez...
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ResponderEliminarPõe calor nisso!!! Que bem que caiu aquele Porto fresquinho!
ResponderEliminar"Boia, banhos, velocidade, esplanada..." Foi preciso uma semana para recuperar a força nos braços!!!
;)
Não, não é uma traição ao Balalu. É sim uma questão cultural, onde a bigamia é possível. Se vier o "polaco" será uma trigamia.
ResponderEliminarPai Alberto